" E quando estiveres próximo tomarei teus olhos
e os colocarei no lugar dos meus,
e tu tomarás meus olhos,
e os colocarás no lugar dos teus,
então te olharei com teus olhos
e tu me olharás com os meus.
Assim nosso silêncio se serve até das coisas mais comuns e nosso encontro é meta livre: O lugar indeterminado, em um momento indefinido, a palavra ilimitada para o homem não cerceado."
J. L. Moreno
ATENDIMENTO A CRIANÇAS, ADOLESCENTES E FAMILIARES.
CONSULTORIA EDUCACIONAL, PALESTRAS NAS ESCOLAS E ORIENTAÇÃO VOCACIONAL.
CONSULTORIA EDUCACIONAL, PALESTRAS NAS ESCOLAS E ORIENTAÇÃO VOCACIONAL.
sexta-feira, 19 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Visões sobre uma criança
Abandonada
Violenta
Insegura
Carente
Triste
Sem rumo, sem um ombro amigo
Sem um colo caloroso que transmita segurança, amor, paz, amizade...
Podem culpar-te por ser assim?
Podem culpar-te por atitudes violentas ?
Podem colocar-te em uma jaula com assassinos?
Podem fazer-te conviver com seres humanos violentos, em local violento?
Podem ameaçar-te e destruir tua inocência, teus sonhos, teus desejos?
Podem transformar o amor que tens pela vida em ódio?
Sim, eles podem. Eles podem tirar o que de mais sagrado existe no coração do homem, da criança, eles podem tirar–te o amor pela vida.
O que fizeram contigo ?
Colocaram te em um mundo violento, no qual tu és uma vítima, sem muitas oportunidades de crescer, de mudar, de sonhar...
O que pensar ao ver uma criança com fome, com frio, sem amor, sem carinho, sem afeto, sem segurança, sem amigos?
O que sentir ao ver uma criança com fome, com frio, sem amor, sem carinho, sem afeto, sem segurança, sem amigos?
O que fazer ao ver uma criança com fome, com frio, sem amor, sem carinho, sem afeto, sem segurança, sem amigos?
Sentimentos negativos invadem minha mente ao ver estas imagens...
Sentimentos de revolta...
De culpa
De impotência
De tristeza
De pena
Caro menino ! Cara Menina
Tu que és carente de
Amor
Segurança
Carinho
Amigos
Família
Comida
Felicidade
Paz
Alegria
Sonhos
Desejos
Qual a solução?
Sinto me impotente, culpada, revoltada.
Quero ver em teu rosto um lindo sorriso que demonstre : amor, gratidão, felicidade, bondade, honestidade, sinceridade, alegria, sonhos, desejos, segurança, vontade de amar, de viver...
Gostaria que tu ...
Fosses respeitado
Tivesses um lar
Tivesses amor
Fosses tratado como ser humano
Tivesses amigos verdadeiros
Tivesses uma boa alimentação
Tivesses a oportunidade de realizar sonhos
Tivesses direito a ter o que desejasse, o que necessitasse
Tivesses paz
Sorrisses
Pudesses ser verdadeiro
Pudesses ser honesto
Pudesses ser humilde
Pudesses ser bondoso
Pudesses pensar
Pudesses se expressar
Pudesses ser criativo
Pudesses ser livre
Pudesses ser feliz,
Pudesses ser amado
Pudesses amar...
“A esperança é a última que morre...”
Espero que aqueles que sentem o que sinto, um dia consigam unir forças para lutar e mudar um pouco, não importa o quanto, mas que algo mude, por que o pouco que se faz por alguém, faz diferença !
Lute ! Procure ver nestas crianças o que está oculto, que é bom e busque fazê-las sorrir novamente para que neste sorriso, possa perceber:
Amor
Paz
Felicidade
Sinceridade
Carinho
Bondade
Amizade
Respeito
Segurança
Sonhos
Desejos
Alegria, muita alegria
Poema de minha autoria.
Poema de minha autoria.
sexta-feira, 5 de março de 2010
O que pensam nossos alunos....
A educação hoje tem seu sentido ampliado, não se restringindo somente a escola. As mudanças promovidas pela sociedade perpassam a educação, seja ela escolar ou familiar. Com a profissionalização feminina, ocorreu a mudança no papel da mulher, que passa a ser profissional, dona de casa e mãe. A escola passou então a ter uma função mais ampla, esta função inclui em muitos momentos, educar as crianças que nela estudam e não somente ensinar.
Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de modo de muitos, todos nós envolvemos pedaços de vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender e ensinar. (BRANDÃO apud Libâneo, p. 18, 1998)
Os professores que hoje atuam nas nossas escolas são fruto de uma formação especifica, embasada no comportamentalismo, ou seja, repassar o conteúdo de sua disciplina, sem muita preocupação com as relações humanas e sua influência no processo do ensino e da aprendizagem. Tal processo ocorre em todos os momentos em que estamos interagindo com pessoas, seja através da observação, de atividades artísticas como teatro, música, dança, seja por meio de trabalhos escritos, trabalho oral, vídeos, palestras, entre tantos outros.
Este processo, segundo VYGOSTSKY (1984) é a mediação. Para o autor, a aprendizagem ocorre no convívio com as pessoas que possuem mais conhecimento ou mais acesso a ele e estas pessoas fazem a mediação, o que possibilita aos “aprendizes” o acesso ao conhecimento mais elaborado. Para o sucesso desse processo, o professor deve valorizar o conhecimento sócio-histórico trazido pelo aluno e aprofundá-lo, da forma a sistematizá-lo e torná-lo conhecimento científico.
A mediação efetiva é aquela em que o professor consegue interagir com os alunos, mantê-los motivados e verificar se houve aprendizagem do conteúdo explicado na aula. As competências necessárias ao professor podem estar relacionadas à metodologia utilizada e as habilidades sociais, como empatia, liderança, companheirismo e amizade. As representações sociais, ou seja, a percepção social que o aluno possui com relação ao papel de seu professor influência o aprendizado, pois se o indivíduo acredita na capacidade do docente, estará assimilando o que ele passa como verdade.
O estudo dos fatores que influenciam o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem irá servir de auxilio a profissionais que pretendem aperfeiçoar sua carreira profissional. Para melhorar o processo de ensino-aprendizagem de uma turma é importante conhecer o aluno, sua história de vida e as representações sociais que ele possui com relação à escola e ao papel do professor. Conhecer, estudar e compreender a percepção do aluno é importante para promover a reflexão de docentes e aprimoramento das aulas, pois o aluno precisa ser o público alvo dos professores profissionais.
Assumir este ponto de vista implica, também, que se enfatize o papel do professor como mediador entre o saber socialmente sistematizado e o aluno, sem negar, no entanto, o saber do próprio aluno. Em um movimento complexo, deve-se partir do conhecimento que o aluno já possui, de seus gostos e sua cultura e ajudá-lo a ir mais longe, até a cultura elaborada. (Vygotsky 1984, p. 36)
O presente estudo propos-se a investigar quais os fatores que mais influenciam no processo do ensino e da aprendizagem segundo a percepção dos alunos de 3ª série do Ensino Médio da Rede Pública Estadual de Joacaba.
O presente artigo teve por objetivo geral, investigar quais os fatores que mais influenciam no processo do ensino e da aprendizagem segundo a percepção dos alunos de 3ª Série Ensino Médio da Escola da Rede Pública Estadual de Joaçaba e como objetivos específicos: Identificar a percepção dos alunos em relação ao processo do ensino e da aprendizagem; Observar quais as atividades de ensino que mais influenciam na aprendizagem do aluno; Apontar alternativas que contribuam no processo do ensino e da aprendizagem na educação básica.
Para tanto, buscou responder as seguintes questões de pesquisa: Quais os fatores que mais influenciam no processo do ensino e da aprendizagem segundo a percepção dos alunos de 3ª Série Ensino Médio da Escola da Rede Pública Estadual de Joaçaba; Qual a percepção dos alunos em relação ao processo de ensino e de aprendizagem? E Quais as atividades de ensino que mais influenciam na aprendizagem do aluno?
segunda-feira, 1 de março de 2010
Família e Escola: diálogos possíveis e necessários.

Em minha caminhada como educadora, já assumi vários papéis: professora, coordenadora pedagógica, orientadora, diretora de projetos, consultora educacional, psicóloga clínica e escolar. Em nosso cotidiano nos deparamos com situações revoltantes e assustadoras. Situações que nos fazem refletir sobre Ser Humano.
A agressividade é um dos aspectos que compõem a personalidade humana, é um dos impulsos que faz com que sejamos capazes de defender a nós mesmos e aos nossos. Porém uma agressividade descontrolada é impulso de defesa animal. Tal impulso pode ser desenfreado por uma situação de perigo. Quando nos sentimos ameaçados, podemos ter algumas reações: fuga, defesa ou ataque. Podemos atacar de uma forma sutil, velada e derrubar o “inimigo” quando ele menos espera. Podemos fugir de situações de perigo e nos esconder, recomeçar, esperando que o “inimigo” não nos persiga. Também podemos agir com serenidade e nos defender, sem oprimir o “inimigo”.
Imaginemos um espaço em que várias pessoas, com personalidades diferentes, papéis diferentes, com autoridade diferente, precisem conviver diariamente. O que aconteceria se, cada vez que alguém se sentisse ameaçado por outra pessoa, ao invés de se defender de forma serena, buscando a elucidação do problema, sem utilizar a violência para tal intuito?
A Escola pode vir a ser considerado um espaço como o supracitado. O que pode ocorrer se, um educador ao ser agredido verbalmente por um aluno, reagir agressivamente, sem refletir sobre os motivos que levaram ao ocorrido?
A escola é composta por pessoas provenientes de uma comunidade, portanto não pode manter-se distante da mesma. É preciso compreender que o contexto externo da comunidade em que a escola está inserida tende a derrubar os muros da mesma e penetrar nos espaços escolares. Tal contexto permeia a biblioteca, a quadra de esportes, as salas de aula, os banheiros, o pátio, a sala da direção, dos orientadores e supervisores. É impossível ignorá-la. Antes de tudo, é preciso que família e escola estabeleçam diálogos permanentes que possibilitem o crescimento de ambas, sempre visando a melhoria do ensino e, conseqüentemente a transformação social.
Um projeto aplicado pelo Governo do estado chamado AMBIAL, do qual já fui coordenadora em uma escola preconiza a aproximação entre família e escola através de cursos profissionalizantes para famílias de baixa renda. Tais cursos, além de possibilitar o estreitamento de laços entre escola e família possibilitam um renda extra, mudança de percepção da comunidade com relação a instituição, educação familiar e instalação de cooperativas na comunidade.
Segundo Di Santo (2006), as mudanças sociais decorrentes da vida econômica altamente instável, do êxodo rural, das conquistas tecnológicas que aumentam sobremaneira as influências externas sobre a infância e estimulam o consumismo, a violência, a visão de mundo descomprometida com a solidariedade, valores morais passaram a ser transitórios, dando lugar a novas estruturas. Estas novas estruturas mudam a escola e a família. Aquela tende a questionar a capacidade das crianças, especialmente das que dão mais trabalho, seja por dificuldades de aprendizagem, seja por indisciplina. Esta postura tende a afastar ainda mais a família da escola.
Como nos sentimos quando recebemos críticas? Será positivo freqüentar um lugar em que as pessoas somente o convidam para lhe criticar ou apontar as dificuldades dos seus? Todo ser humano tem limitações e habilidades. Como educadores, somos desafiados, todos os dias a descobrir quais são essas limitações e quais são as habilidades dos seres humanos que são nossos pupilos e de que formas podemos influenciá-los positiva ou negativamente.
A agressividade é um dos aspectos que compõem a personalidade humana, é um dos impulsos que faz com que sejamos capazes de defender a nós mesmos e aos nossos. Porém uma agressividade descontrolada é impulso de defesa animal. Tal impulso pode ser desenfreado por uma situação de perigo. Quando nos sentimos ameaçados, podemos ter algumas reações: fuga, defesa ou ataque. Podemos atacar de uma forma sutil, velada e derrubar o “inimigo” quando ele menos espera. Podemos fugir de situações de perigo e nos esconder, recomeçar, esperando que o “inimigo” não nos persiga. Também podemos agir com serenidade e nos defender, sem oprimir o “inimigo”.
Imaginemos um espaço em que várias pessoas, com personalidades diferentes, papéis diferentes, com autoridade diferente, precisem conviver diariamente. O que aconteceria se, cada vez que alguém se sentisse ameaçado por outra pessoa, ao invés de se defender de forma serena, buscando a elucidação do problema, sem utilizar a violência para tal intuito?
A Escola pode vir a ser considerado um espaço como o supracitado. O que pode ocorrer se, um educador ao ser agredido verbalmente por um aluno, reagir agressivamente, sem refletir sobre os motivos que levaram ao ocorrido?
A escola é composta por pessoas provenientes de uma comunidade, portanto não pode manter-se distante da mesma. É preciso compreender que o contexto externo da comunidade em que a escola está inserida tende a derrubar os muros da mesma e penetrar nos espaços escolares. Tal contexto permeia a biblioteca, a quadra de esportes, as salas de aula, os banheiros, o pátio, a sala da direção, dos orientadores e supervisores. É impossível ignorá-la. Antes de tudo, é preciso que família e escola estabeleçam diálogos permanentes que possibilitem o crescimento de ambas, sempre visando a melhoria do ensino e, conseqüentemente a transformação social.
Um projeto aplicado pelo Governo do estado chamado AMBIAL, do qual já fui coordenadora em uma escola preconiza a aproximação entre família e escola através de cursos profissionalizantes para famílias de baixa renda. Tais cursos, além de possibilitar o estreitamento de laços entre escola e família possibilitam um renda extra, mudança de percepção da comunidade com relação a instituição, educação familiar e instalação de cooperativas na comunidade.
Segundo Di Santo (2006), as mudanças sociais decorrentes da vida econômica altamente instável, do êxodo rural, das conquistas tecnológicas que aumentam sobremaneira as influências externas sobre a infância e estimulam o consumismo, a violência, a visão de mundo descomprometida com a solidariedade, valores morais passaram a ser transitórios, dando lugar a novas estruturas. Estas novas estruturas mudam a escola e a família. Aquela tende a questionar a capacidade das crianças, especialmente das que dão mais trabalho, seja por dificuldades de aprendizagem, seja por indisciplina. Esta postura tende a afastar ainda mais a família da escola.
Como nos sentimos quando recebemos críticas? Será positivo freqüentar um lugar em que as pessoas somente o convidam para lhe criticar ou apontar as dificuldades dos seus? Todo ser humano tem limitações e habilidades. Como educadores, somos desafiados, todos os dias a descobrir quais são essas limitações e quais são as habilidades dos seres humanos que são nossos pupilos e de que formas podemos influenciá-los positiva ou negativamente.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O MUNDO CONTEMPORÂNEO

Ao realizar leitura das colunas de Luiz Carlos Prates recentemente me detive a uma reflexão sobre a educação de filhos e responsabilidade dos pais, parei para pensar sobre as teorias de desenvolvimento que tenho estudado. Em especial a teoria de Vigotski que tem como base a mediação, ou seja, o ser humano aprende com o meio e com os exemplos dados. Nesta coluna, Prates comentou sobre o consumismo desenfreado dos seres humanos na sociedade atual e referiu-se a educação, principal agente responsável por isto. Muitos pais dão a seus filhos tudo o que eles desejam, criando pequenos ditadores e futuros consumistas de tecnologia, roupas, álcool e outras drogas. Muitos pais não sabem dar limites a seus filhos. Não sabem dizer: Não, você não pode fazer isso; Você não vai ganhar tal brinquedo; Você não vai a tal lugar. SIMPLESMENTE NÃO SABEM DIZER NÃO.
Outro fato que se relaciona à falta de limites são as mensagens passadas às crianças por pais, professores e familiares. Relembrando, cito como exemplo, a história do menino que salvou outra criança de uma casa em chamas e foi transformado em Herói. Foi importante sim, ressaltar a atitude heróica. Porém atribuir o título de HERÓI a uma criança de cinco anos pode ser algo perigoso. As atitudes das crianças devem ser elogiadas ou punidas, mas sem que a punição ou elogio se direcionem ao indivíduo. É necessário amar as crianças e possibilitar um aprendizado de forma que ela compreenda que sua atitude está correta ou equivocada, afinal todas as pessoas tem qualidades e defeitos. Ninguém é totalmente bom ou ruim.
A responsabilidade de gerar, criar, educar uma criança é enorme, principalmente no contexto social vivenciado hoje. Nos tempos de hoje, época denominada por muitos de “a era da comunicação”, há a televisão, a Internet, o DVD, vídeo-game, MP 3 e 4, aparelhos estes que afastam da realidade e do contato físico com outros seres humanos. O uso indiscriminado da tecnologia direciona à falta de diálogo, a agressividade, ao egoísmo e a uma superficialidade desenfreada. Vive-se sempre em busca de algo novo, não as relações afetivas, de amizade e de trabalho não são aprofundadas, pois tudo se torna descartável e sempre há algo melhor a buscar. As pessoas nunca estão contentes com o que tem, e modificar, procurar melhorar suas vidas tem se tornado algo bastante raro, afinal é mais fácil abandonar o que não está bom e procurar algo diferente, novo. A felicidade também se tornou objeto de consumo. Busca-se uma compensação em roupas, remédios, drogas, bebida alcoólica, coisas supérfluas que não preenchem o vazio existencial. Apenas o aumenta, tornando-o muitas vezes insuportável.
Ainda existem pessoas que buscam o autoconhecimento, procurando dessa forma tornar-se responsável por suas decisões e por suas vidas. Dessa forma, conseguem expandir seus conhecimentos e ajudar a sociedade. Há muitas entidades que procuram formas de resgatar valores, proibindo a presença de menores em bares e boates e promovendo atividades mais saudáveis para os “jovens”. Mas será que é somente disso que estes jovens precisam ou também é preciso resgatar o papel dos pais na formação das crianças e a responsabilidade que os adultos devem exercer sobre as suas vidas?
Outro fato que se relaciona à falta de limites são as mensagens passadas às crianças por pais, professores e familiares. Relembrando, cito como exemplo, a história do menino que salvou outra criança de uma casa em chamas e foi transformado em Herói. Foi importante sim, ressaltar a atitude heróica. Porém atribuir o título de HERÓI a uma criança de cinco anos pode ser algo perigoso. As atitudes das crianças devem ser elogiadas ou punidas, mas sem que a punição ou elogio se direcionem ao indivíduo. É necessário amar as crianças e possibilitar um aprendizado de forma que ela compreenda que sua atitude está correta ou equivocada, afinal todas as pessoas tem qualidades e defeitos. Ninguém é totalmente bom ou ruim.
A responsabilidade de gerar, criar, educar uma criança é enorme, principalmente no contexto social vivenciado hoje. Nos tempos de hoje, época denominada por muitos de “a era da comunicação”, há a televisão, a Internet, o DVD, vídeo-game, MP 3 e 4, aparelhos estes que afastam da realidade e do contato físico com outros seres humanos. O uso indiscriminado da tecnologia direciona à falta de diálogo, a agressividade, ao egoísmo e a uma superficialidade desenfreada. Vive-se sempre em busca de algo novo, não as relações afetivas, de amizade e de trabalho não são aprofundadas, pois tudo se torna descartável e sempre há algo melhor a buscar. As pessoas nunca estão contentes com o que tem, e modificar, procurar melhorar suas vidas tem se tornado algo bastante raro, afinal é mais fácil abandonar o que não está bom e procurar algo diferente, novo. A felicidade também se tornou objeto de consumo. Busca-se uma compensação em roupas, remédios, drogas, bebida alcoólica, coisas supérfluas que não preenchem o vazio existencial. Apenas o aumenta, tornando-o muitas vezes insuportável.
Ainda existem pessoas que buscam o autoconhecimento, procurando dessa forma tornar-se responsável por suas decisões e por suas vidas. Dessa forma, conseguem expandir seus conhecimentos e ajudar a sociedade. Há muitas entidades que procuram formas de resgatar valores, proibindo a presença de menores em bares e boates e promovendo atividades mais saudáveis para os “jovens”. Mas será que é somente disso que estes jovens precisam ou também é preciso resgatar o papel dos pais na formação das crianças e a responsabilidade que os adultos devem exercer sobre as suas vidas?
O ESPETÁCULO DA NOSSA VIDA

Em nossa vida, além de nossos pais, outras pessoas cruzam nosso caminho e marcam nossa vida: professores, amigos, namorados (as), vizinhos, primos, tios, sobrinhos, afilhados, colegas de trabalho. Cada um com uma história diferente, com pensamentos, sentimentos, emoções, desejos, sonhos e aspirações diferentes. Cada qual conquistando seu espaço, em seu ritmo.
Ao conviver com estas pessoas, adquirimos novos conhecimentos, novas idéias, ampliamos nossas aspirações, nossos desejos e sonhos e desenvolvemos nossas emoções, aprendemos a nos conhecer, mudar, evoluir. Aprendemos também que as pessoas que amamos não estarão sempre ao nosso lado, portanto devemos aproveitar os momentos em que elas estão presentes, os momentos que dividimos com elas. Cada minuto vivido é único. Quando as pessoas com quem nos importamos nos deixam, algumas vezes nos sentimos sozinhos, abandonados, com se nos roubassem algo muito valioso. Outras vezes nos sentimos revoltados com as pessoas que convivem conosco e não compreendem nossos problemas, nos julgando e rotulando, sem tentar orientar e ajudar. Mas será que podemos responsabilizar alguém por nossas dificuldades, por nossas limitações ou cabe a cada um de nós a busca da evolução, do crescimento espiritual, emocional e profissional? Todos nós temos limitações e devemos buscar pessoas que nos ajudem a vencê-las.
Augusto Cury, em um de seus livros: “Seja Líder de si mesmo” fala sobre o espetáculo da vida e nos chama a atenção para o fato de que muitas vezes nós assistimos nossa vida, somos meros espectadores, porém devemos mudar este nosso papel e tornarmos protagonistas de nossa história, assumindo o que somos, o que fazemos e as conseqüências disso.
Ser ator principal no palco da vida não significa falhar, não chorar, deixar de tropeçar, ter reações de insegurança ou, às vezes, atitudes tolas. Ser ator principal significa refazer caminhos, reconhecer erros e aprender a deixar de ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias.
CURY, 2004, p.21Embora soframos influencia do meio em que estamos inseridos, podemos ser agentes de transformação quando acreditamos em nosso potencial e lutamos pelo que queremos. Deixemos de ser meros espectadores de nossas vidas e passemos a atuar como protagonistas, mas sem nos esquecer do próximo.
Ao conviver com estas pessoas, adquirimos novos conhecimentos, novas idéias, ampliamos nossas aspirações, nossos desejos e sonhos e desenvolvemos nossas emoções, aprendemos a nos conhecer, mudar, evoluir. Aprendemos também que as pessoas que amamos não estarão sempre ao nosso lado, portanto devemos aproveitar os momentos em que elas estão presentes, os momentos que dividimos com elas. Cada minuto vivido é único. Quando as pessoas com quem nos importamos nos deixam, algumas vezes nos sentimos sozinhos, abandonados, com se nos roubassem algo muito valioso. Outras vezes nos sentimos revoltados com as pessoas que convivem conosco e não compreendem nossos problemas, nos julgando e rotulando, sem tentar orientar e ajudar. Mas será que podemos responsabilizar alguém por nossas dificuldades, por nossas limitações ou cabe a cada um de nós a busca da evolução, do crescimento espiritual, emocional e profissional? Todos nós temos limitações e devemos buscar pessoas que nos ajudem a vencê-las.
Augusto Cury, em um de seus livros: “Seja Líder de si mesmo” fala sobre o espetáculo da vida e nos chama a atenção para o fato de que muitas vezes nós assistimos nossa vida, somos meros espectadores, porém devemos mudar este nosso papel e tornarmos protagonistas de nossa história, assumindo o que somos, o que fazemos e as conseqüências disso.
Ser ator principal no palco da vida não significa falhar, não chorar, deixar de tropeçar, ter reações de insegurança ou, às vezes, atitudes tolas. Ser ator principal significa refazer caminhos, reconhecer erros e aprender a deixar de ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias.
CURY, 2004, p.21Embora soframos influencia do meio em que estamos inseridos, podemos ser agentes de transformação quando acreditamos em nosso potencial e lutamos pelo que queremos. Deixemos de ser meros espectadores de nossas vidas e passemos a atuar como protagonistas, mas sem nos esquecer do próximo.
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"Para entender é preciso esquecer quase tudo o que sabemos. A sabedoria precisa de esquecimento. Esquecer é livrar-se dos jeitos de ser que se sedimentaram em nós, e que nos levam a crer que as coisas têm de ser do jeito como são. (...)".
Rubem Alves
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Ser ator principal no palco da vida não significa falhar, não chorar, deixar de tropeçar, ter reações de insegurança ou, às vezes, atitudes tolas. Ser ator principal significa refazer caminhos, reconhecer erros e aprender a deixar de ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias. Augusto Cury