
Ao realizar leitura das colunas de Luiz Carlos Prates recentemente me detive a uma reflexão sobre a educação de filhos e responsabilidade dos pais, parei para pensar sobre as teorias de desenvolvimento que tenho estudado. Em especial a teoria de Vigotski que tem como base a mediação, ou seja, o ser humano aprende com o meio e com os exemplos dados. Nesta coluna, Prates comentou sobre o consumismo desenfreado dos seres humanos na sociedade atual e referiu-se a educação, principal agente responsável por isto. Muitos pais dão a seus filhos tudo o que eles desejam, criando pequenos ditadores e futuros consumistas de tecnologia, roupas, álcool e outras drogas. Muitos pais não sabem dar limites a seus filhos. Não sabem dizer: Não, você não pode fazer isso; Você não vai ganhar tal brinquedo; Você não vai a tal lugar. SIMPLESMENTE NÃO SABEM DIZER NÃO.
Outro fato que se relaciona à falta de limites são as mensagens passadas às crianças por pais, professores e familiares. Relembrando, cito como exemplo, a história do menino que salvou outra criança de uma casa em chamas e foi transformado em Herói. Foi importante sim, ressaltar a atitude heróica. Porém atribuir o título de HERÓI a uma criança de cinco anos pode ser algo perigoso. As atitudes das crianças devem ser elogiadas ou punidas, mas sem que a punição ou elogio se direcionem ao indivíduo. É necessário amar as crianças e possibilitar um aprendizado de forma que ela compreenda que sua atitude está correta ou equivocada, afinal todas as pessoas tem qualidades e defeitos. Ninguém é totalmente bom ou ruim.
A responsabilidade de gerar, criar, educar uma criança é enorme, principalmente no contexto social vivenciado hoje. Nos tempos de hoje, época denominada por muitos de “a era da comunicação”, há a televisão, a Internet, o DVD, vídeo-game, MP 3 e 4, aparelhos estes que afastam da realidade e do contato físico com outros seres humanos. O uso indiscriminado da tecnologia direciona à falta de diálogo, a agressividade, ao egoísmo e a uma superficialidade desenfreada. Vive-se sempre em busca de algo novo, não as relações afetivas, de amizade e de trabalho não são aprofundadas, pois tudo se torna descartável e sempre há algo melhor a buscar. As pessoas nunca estão contentes com o que tem, e modificar, procurar melhorar suas vidas tem se tornado algo bastante raro, afinal é mais fácil abandonar o que não está bom e procurar algo diferente, novo. A felicidade também se tornou objeto de consumo. Busca-se uma compensação em roupas, remédios, drogas, bebida alcoólica, coisas supérfluas que não preenchem o vazio existencial. Apenas o aumenta, tornando-o muitas vezes insuportável.
Ainda existem pessoas que buscam o autoconhecimento, procurando dessa forma tornar-se responsável por suas decisões e por suas vidas. Dessa forma, conseguem expandir seus conhecimentos e ajudar a sociedade. Há muitas entidades que procuram formas de resgatar valores, proibindo a presença de menores em bares e boates e promovendo atividades mais saudáveis para os “jovens”. Mas será que é somente disso que estes jovens precisam ou também é preciso resgatar o papel dos pais na formação das crianças e a responsabilidade que os adultos devem exercer sobre as suas vidas?
Outro fato que se relaciona à falta de limites são as mensagens passadas às crianças por pais, professores e familiares. Relembrando, cito como exemplo, a história do menino que salvou outra criança de uma casa em chamas e foi transformado em Herói. Foi importante sim, ressaltar a atitude heróica. Porém atribuir o título de HERÓI a uma criança de cinco anos pode ser algo perigoso. As atitudes das crianças devem ser elogiadas ou punidas, mas sem que a punição ou elogio se direcionem ao indivíduo. É necessário amar as crianças e possibilitar um aprendizado de forma que ela compreenda que sua atitude está correta ou equivocada, afinal todas as pessoas tem qualidades e defeitos. Ninguém é totalmente bom ou ruim.
A responsabilidade de gerar, criar, educar uma criança é enorme, principalmente no contexto social vivenciado hoje. Nos tempos de hoje, época denominada por muitos de “a era da comunicação”, há a televisão, a Internet, o DVD, vídeo-game, MP 3 e 4, aparelhos estes que afastam da realidade e do contato físico com outros seres humanos. O uso indiscriminado da tecnologia direciona à falta de diálogo, a agressividade, ao egoísmo e a uma superficialidade desenfreada. Vive-se sempre em busca de algo novo, não as relações afetivas, de amizade e de trabalho não são aprofundadas, pois tudo se torna descartável e sempre há algo melhor a buscar. As pessoas nunca estão contentes com o que tem, e modificar, procurar melhorar suas vidas tem se tornado algo bastante raro, afinal é mais fácil abandonar o que não está bom e procurar algo diferente, novo. A felicidade também se tornou objeto de consumo. Busca-se uma compensação em roupas, remédios, drogas, bebida alcoólica, coisas supérfluas que não preenchem o vazio existencial. Apenas o aumenta, tornando-o muitas vezes insuportável.
Ainda existem pessoas que buscam o autoconhecimento, procurando dessa forma tornar-se responsável por suas decisões e por suas vidas. Dessa forma, conseguem expandir seus conhecimentos e ajudar a sociedade. Há muitas entidades que procuram formas de resgatar valores, proibindo a presença de menores em bares e boates e promovendo atividades mais saudáveis para os “jovens”. Mas será que é somente disso que estes jovens precisam ou também é preciso resgatar o papel dos pais na formação das crianças e a responsabilidade que os adultos devem exercer sobre as suas vidas?
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